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Novo Curso de Economia da FATEDA: você sabe o que é economia

A economia é a ciência que estuda como alocar recursos escassos de uma sociedade para obter o maior bem estar possível. Os meios de produção são portanto a base para compreender a alocação de recursos entre as classes, já que é nesta esfera que a riqueza é produzida. Sob a teoria do valor-trabalho, o valor direto de uma mercadoria se encontra somente no tempo de trabalho socialmente necessário nela investido.

Você já deve ter ouvido falar no Banco Central ou também carinhosamente conhecido como Bacen, o Bacen controla a quantidade de dinheiro e crédito na economia isso porque ele tem dois superpoderes.

Primeiro ele controla o juros a nossa economia a taxa que mede a variação dos juros se chama taxa SELIC deve ter ouvido falar dela a variação da taxa SELIC influencia nos juros dos cartões de crédito dos financiamentos empréstimos e também na rentabilidade das aplicações financeiras de investidor vou falar mais sobre isso aqui daqui a pouco e o segundo superpoder do Bacen de imprimir papel moeda.

A nossa moeda o real nada mais que uma forma de representar a riqueza do nosso país se o Brasil tem pouco até uma empresa é possível comprar mais coisas com menos moedas já se o Brasil tiver muita quantidade de papel moeda impresso tem muito papel moeda para mesma quantidade de riqueza então vai ser preciso de mais moeda para comprar as mesmas coisas esses dois super poderes fazem do Banco Central órgão que tem influência direta na disponibilidade de crédito na economia.

Economia do bem-estar é um ramo da economia que usa técnicas microeconômicas para determinar simultaneamente a eficiência alocacional dentro de uma economia e a distribuição de renda associada a ela. Ela tenta atingir o bem-estar social examinando as atividades econômicas dos indivíduos que constituem a sociedade.

A Microeconomia estuda as unidades de produção e as unidades de consumo (famílias), individualmente ou em grupos. Isso quer dizer que ela mostra o máximo, o limite superior de produção de máquinas e alimentos dessa sociedade. Para obter mais que isso, por exemplo, o ponto 7, que indica uma combinação de 25 mil máquinas e 50 toneladas de alimentos seriam precisos mais fatores de produção que os existentes.

Esse ponto poderá ser alcançado à medida que aumentar a força de trabalho dessa sociedade com o crescimento demográfico, ou que novas terras vierem a ser aproveitadas. Os economistas tentam tratar seu campo de estudo com a objetividade de um cientista.

Eles encaram o estudo da economia de forma muito semelhante à de um físico quando estuda a matéria ou de um biólogo quando estuda a vida. Eles formulam teorias, coletam dados e depois analisam esses dados para confirmar ou refutar suas teorias.

Esse método de estudo é tão aplicável ao estudo da economia de uma nação quanto ao estudo da gravidade terrestre ou da evolução das espécies. Como disse Albert Einstein, a ciência não é nada mais do que o refinamento do pensamento cotidiano? . O trabalhador manual, segundo ele, trabalha com as mãos e produz bens ou serviços.

Em contraste, um trabalhador do conhecimento trabalha com sua cabeça, não com as mãos, e produz idéias, conhecimento e informação. Medir a margem disponível na economia apresenta desafios significativos, sendo este um dos motivos pelos quais o conceito é muitas vezes discutido em debates económicos.

Para a medir, os economistas utilizam frequentemente o desvio do produto, que consiste na diferença entre o que é efetivamente produzido numa economia e o que essa economia tem capacidade para produzir. É preciso considerar, contudo, que as mesmas dificuldades de constituir as Ciências Sociais a partir do modelo experimental das ciências naturais também aparecem na constituição da Economia enquanto ciência e este debate está longe de ser encerrado.

Como você pôde ver ao longo do nosso artigo, a economia circular é mais do que um modelo econômico a ser seguido. É a forma que temos de assegurar a eficiência dos recursos naturais, ao mesmo tempo que promove a continuidade dos processos e o desenvolvimento da nossa sociedade.

Mais recentemente áreas como o comércio internacional de commodities e meio ambiente tem recebido grande atenção. Sistemas económicos é o ramo da economia que estuda os métodos e instituições através dos quais as sociedades determinam a propriedade, direção, e alocação dos recursos económicos. Finanças internacionais é uma área de estudo da macroeconomia que estuda os fluxos de capital através das fronteiras internacionais e os efeitos desses movimentos nas taxas de câmbio.

O aumento do comércio de bens, serviços e capitais entre países é um dos maiores efeitos da globalização contemporânea. O comércio internacional estuda os determinantes dos fluxos de bens e serviços através das fronteiras internacionais. Também estuda a quantidade e forma de distribuição dos ganhos com o comércio.

A economia industrial, também conhecida nos Estados Unidos como organização industrial, estuda o comportamento estratégico das empresas, a estrutura dos mercados e suas interações. As estruturas comuns do mercado incluem competição perfeita, competição monopolística, várias formas de oligopólio e monopólio.

A análise econômica do direito (Economic Analysis of Law ou Law and Economics em inglês) é a disciplina que procura explicar os fenómenos jurídicos através de métodos e conceitos da ciência económica. Usa de conceito econômicos para explicar os efeitos de normas legais a fim de determinar ou prever se serão economicamente eficientes. A economia da agricultura é uma das mais antigas e mais bem estabelecidas áreas da economia.

É o estudo das forças econômicas que afetam o setor agrícola e o impacto do setor agrícola no resto da economia. Na sua famosa analogia da mão invisível, Smith argumentou em favor da noção, aparentemente paradoxal de que os mercados competitivos tendem a satisfazer às necessidades sociais mais amplas, apesar de ser guiado por interesses-próprios.

A abordagem geral que Smith ajudou a formular foi chamada do economia política e mais tarde de economia clássica e incluiu nomes notáveis como Thomas Malthus, David Ricardo e John Stuart Mill, que escreveram de 1770 a 1870, aproximadamente.

A econometria aplica métodos matemáticos e estatísticos para analisar dados relacionados com modelos econômicos. Por exemplo, uma teoria pode levantar a hipótese de que pessoas com mais educação irão ter renda mais alta, na média, do que uma pessoa com menos educação, mantido o resto constante. Estimativas econométricas podem delimitar a magnitude e a significância estatística da relação.

Essas incluem testar ou refinar uma teoria, descrever uma relação de variáveis no passado e prever variáveis futuras. A economia matemática se refere a aplicações de métodos matemáticos para representar a teoria econômica ou analisar problemas surgidos na economia. Autores citam suas vantagens na formulação e derivação de relações centrais em um modelo econômico com clareza, generalidade, rigor, e simplicidade.

Por exemplo, o livro de Paul Samuelson Fundamentos da Análise Econômica identifica uma estrutura matemática comum através de vários campos da disciplina. A economia do trabalho procura entender o funcionamento do mercado e a sua dinâmica relacionada ao trabalho. Os mercados de trabalho funcionam através das interações entre trabalhadores e empregadores.

A economia do trabalho observa os ofertantes de força-de-trabalho , seus demandantes e tenta entender os padrões resultantes de salários e outras rendas do trabalho, de emprego e desemprego. Usos práticos incluem a assistência na formulação de políticas de pleno emprego. Muitos economistas consideram escolhas normativas e juízos de valor - como o que seria preciso ou necessário, ou o que seria melhor para a sociedade - questões pessoais ou políticas fora do âmbito da economia.

Uma vez que um governo ou economia estabelece um conjunto de objetivos, a economia pode fornecer insight sobre a melhor forma de se atingi-los. Certos modelos usados por economistas são criticados, até por outros economistas, pela sua dependência de pressupostos irrealistas, não observáveis ou não verificáveis. Uma resposta a essas críticas é que os pressupostos irrealistas resultam de abstrações que simplificam detalhes pouco importantes, e que tais abstrações são necessárias em um mundo real complexo. Isso significa que os pressupostos simplificadores, ao invés de afetar o valor epistêmico da economia, são essenciais para a formação do conhecimento em economia.

Os economistas são também criticados por ignorar o papel da dívida das sociedades. A classe é considerada fechada em relação ao mundo real, e de se julgar acima da mesma.

Alguns economistas, como John Stuart Mill ou Leon Walras, defenderam que a produção de riqueza não deveria estar ligada à sua distribuição. O pensamento econômico na Antiguidade remonta às civilizações mesopotâmicas, Grega, Romana, Indiana, Chinesa, Persa e àrabe. Dentro os autores mais notáveis estão Aristóteles, Chanakya, Qin Shi Huang, Tomás de Aquino e Ibn Khaldun.

Depois de descobrir a obra Muqaddimah de Ibn Khaldun, no entanto, Schumpeter mais tarde considerou Ibn Khaldun o mais próximo antecedente da economia moderna, uma vez que muitas das suas teorias econômicas não eram conhecidas na Europa até épocas modernas.

Apesar das discussões sobre produção e distribuição terem uma longa história, a ciência econômica no seu sentido moderno como uma disciplina separada e convencionalmente datada a partir da publicação de A Riqueza das Nações de Adam Smith em 1776. É o pai da economia moderna, e é considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico. O modo como as sociedades resolvem os problemas econômicos fundamentais depende da forma da organização econômica do país, ou seja, do sistema econômico de cada nação.

A primeira está no campo da "economia aplicada" enquanto a segunda pertence à "economia social" e é em grande parte uma questão de poder e política. John Stuart Mill definiu a economia como "a ciência prática de produção e distribuição de riqueza"; esta foi a definição adotada pelo Concise Oxford English Dictionary apesar de não incluir o papel vital do consumo. Sendo isto válido para o público em geral, empresários, banqueiros e instituições financeiras.

A economia marxista, mais tarde chamada marxiana, descende da economia clássica, em particular da obra de Karl Marx. O primeiro volume da obra de Marx, O Capital, foi publicada em alemão em 1867. Nela, Marx foca escreve sobre sua "teoria do valor-trabalho" e o que ele considera a exploração do trabalho pelo capital. Assim, a teoria do valor-trabalho, além de ser uma simples teoria dos preços, se transformou em um método para medir a utilização do trabalho num sistema capitalista, apesar de disfarçadas pela economia política "vulgar". Os economistas estudam a forma com que os indivíduos, os diferentes coletivos, as empresas de negócios e os governos alcançam seus objetivos no campo econômico. Por outro lado, a alocação racional dos recursos limitados em prol do bem e segurança públicos também é uma área da economia.



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